AUTOMUTILAÇÃO: o grito silencioso das vítimas de bullying.
Ao final de mais uma palestra, uma aluna veio até mim…e no braço dela, estavam as marcas que o bullying deixou.
Ela contou sobre apelidos, humilhações, provocações e perseguições que sofreu na antiga #escola.
E encontrou na automutilação uma “fuga”, uma forma de tentar anestesiar a dor que ninguém via.
É isso que muitos pais não enxergam: o bullying NÃO é brincadeira. Ele machuca, adoece e destrói identidades em formação.
Eu a acolhi, orientei, conversei com calma. E mais uma vez, percebi algo que repito em toda palestra:
- Crianças não se cortam por frescura.
- Elas se cortam porque não conseguem mais carregar o que está doendo.
Pais, olhem os braços dos seus filhos. Mas, sobretudo… olhem nos olhos deles. Os sinais estão lá — sempre.
E escolas que minimizam o #bullying contribuem para uma dor que poderia ser evitada.
A #automutilação é um pedido de socorro. Não ignore. Não minimize. Não espere piorar.
Se você é pai, mãe, professor ou gestor — ASSISTA ESSE VÍDEO. Compartilhe. Alguém precisa ver isso hoje.