Ao se eleger, Bolsonaro acenou aos conservadores, aos religiosos, aos militares e aos liberais. Esses últimos, porém, têm sido deixados de lado cada vez que ele trai as promessas de não interferir na economia. No último dia 13, decidiu pela demissão do presidente do Banco do Brasil, André Brandão, após o anúncio de uma reestruturação da instituição que envolveria fechar 361 agências e iniciar um programa de demissão voluntária de 5 mil funcionários. Sua saída só não ocorreu porque o ministro Paulo Guedes e o chefe do Banco Central, Roberto Campos Neto, entraram em ação. Mas o episódio aumentou as aflições de quem percebe que o presidente não refreia os seus impulsos intervencionistas ao menor sinal de efeito político. Leia mais na reportagem de #VEJA (link na bio e nos stories)
Foto: Pedro Ladeira/Folhapress
#economia #bancodobrasil #bolsonaro