Base aliada não é base alienada 🤐. Saiba como ajudar o seu prefeito sem abandonar quem te elegeu! 👇⠀
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✅ Prefeito não é inimigo, mas também não é dono do seu mandato. Ser de situação não é ser fantoche do prefeito.⠀
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❌ Na cabeça do eleitor, isso tem nome: perda de autonomia simbólica. Quando o vereador aparece sempre ao lado do prefeito, o cérebro associa os dois como um só personagem. Resultado? Na hora da votação, o crédito e o voto vão pro mais forte da dupla.⠀
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🟥 Isso é explicado pelo viés da saliência: quando alguém mais popular te ofusca, a luz que deveria te iluminar vira sombra. O eleitor nem percebe, mas passa a enxergar você como figurante, e figurante não ganha protagonismo nas urnas.⠀
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🟥 Existe também o viés da autoridade: quanto mais submisso você parece, mais o eleitor conclui que quem manda em você é outro. E ninguém vota em quem não tem poder.⠀
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⚠️ Pior: quando o prefeito se desgasta, você cai junto. Ele troca de cargo, mas você perde o seu.⠀
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Quer continuar ajoelhado ou aprender a se posicionar sem romper? 👇⠀
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1️⃣ Tenha narrativa própria: mostre apoio ao que é bom, mostre que ajudou a realizar, mas comunique o que é seu, suas pautas, seus temas, seus projetos e suas causas. ⠀
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2️⃣ Combine o jogo: se você é de um bairro ou de um setor específico, veja o que o prefeito vai realizar, vai entregar e combine com ele de cobrar somente isso e depois que ele fizer, agradecer publicamente.⠀
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3️⃣ Tenha um inimigo: se você não pode criticar o prefeito e combater o prefeito, tenha um inimigo a combater, seja o governador, o presidente, um secretário específico ou até um vereador de oposição. Mostre-se combatendo.⠀
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4️⃣ Negociação permanente: medidas que custam mais eleitoralmente devem custar mais caro politicamente. Ou seja, se o prefeito quer que você vote algo que vai prejudicar você, ele deve pagar ou dar mais do que simplesmente já deu.⠀
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👉 A política pune o submisso. E recompensa quem sabe ser leal sem ser servo.⠀
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