O Brasil é o maior exportador mundial de celulose, graças à produção consolidada de eucalipto e pinus, duas espécies de árvores exóticas. O país pode ocupar uma posição de destaque ainda maior na economia florestal com produtos madeireiros e não madeireiros a partir da silvicultura de árvores de espécies nativas de alto valor econômico.
Impulsionar essa agenda é o trabalho que vem sendo realizado pelo Programa de Pesquisa e Desenvolvimento em Silvicultura de Espécies Nativas (PP&D-SEN), iniciativa da Coalizão Brasil e que envolve instituições de ensino e pesquisa, setor privado, governos e sociedade civil.
“A ideia é criar as bases para uma nova economia florestal, que gere emprego e renda, conserve a biodiversidade, minimize os efeitos das mudanças climáticas e fortaleça o papel do Brasil como líder na transição para modelos produtivos sustentáveis e resilientes”, explica Miguel Calmon, membro do Conselho Diretivo do PP&D-SEN.
Para isso, são necessárias políticas públicas e incentivos econômico-financeiros e ações de engajamento da cadeia produtiva e da sociedade. Para saber mais sobre o que vem sendo feito nesse setor, acesse coalizaobr.com.br/nativas
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